A INVENT, Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing, realizou recentemente a pesquisa "As Estruturas de Trade Marketing no Brasil". Trata-se de um estudo interessantíssimo que mostra o cenário do mercado nacional em relação ao Trade Marketing.
Abaixo podemos ver um raio-X resumido da pesquisa:
O Sumário Executivo você encontra aqui.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Raio-X do Trade Marketing no Brasil
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Bianca Gonçalves
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Embalagem: a cara do negócio.
Que atire a primeira pedra quem nunca julgou um produto pela embalagem.
Muito se engana quem acha que a comunicação visual de uma empresa está só na propaganda ou no branding. Um dos principais canais de comunicação de uma marca é o ponto de venda, e com ele, a mais disfarçada das propagandas: a embalagem. É absolutamente normal que esse tipo de comunicação nos atraia, pois com a grande variedade de características e benefícios, as marcas estão usando cada vez mais o poder da embalagem como diferencial.
Scott Young, presidente da Perception Reasearch Services, empresa especialista em pesquisas sobre o comportamento do consumidor no varejo, descreve 6 princípios para a criação de uma embalagem eficiente:
Embalagem visível: Contraste é a chave. Quando todas as marcas gritam na gôndola, simplicidade pode funcionar. DICAS: Grandes pedaços de uma cor só, logomarca grande cercada de espaço em branco. EX: Coca-cola.
Embalagem útil: A quantidade de opções é cada vez maior. Por isso, marcas inteligentes vão além da sua categoria. O que define sua posição é a utilidade, especialmente se um produto serve para várias coisas. DICAS: layout consistente e fácil de comparar. EX: Ilhas, produtos de categorias diferentes próximos uns dos outros, produtos no caixa.
Embalagem com diferenciação: Não é segredo que boa parte das decisões são tomadas com base em fatores emocionais e intuitivos. Sendo assim, a embalagem precisa conter os fatores-chave da marca. DICA: o design precisa ser mais eficiente (mostrando fatos) ou mais saudável ou mais autêntico (único) ou mais moderno que a concorrência à primeira vista.

Embalagem com uma única mensagem. Assim como na propaganda, ou você diz uma coisa ou o consumidor não assimila nada. DICA: Mais informação, não fará o consumidor gastar mais tempo lendo, apenas diluirá a mensagem principal.
Embalagem para aumentar o consumo. Como a história da pasta de dente cujo o consumo aumentou depois que mudaram o tubo, fazendo sair mais pasta, ou como a nova embalagem Heinz que aumentou o consumo em 68%. Embalagem eficiente é que aumenta vendas e se aumenta vendas, aumentando consumo. DICA: Criação de embalagens “prontas pra consumo”, fáceis de estocar e que evitam desperdício. 
Embalagem sustentável. As pessoas querem fazer o certo, seja por anseios próprios ou por receio do que os outros vão pensar. Em muitos casos, é uma relação ganha-ganha. A empresa economiza e o consumidor compra algo ecologicamente correto. Ex: nova embalagem de Activia de bioplástico derivado da cana de açúcar.
É importante também que a comunicação realizada no ponto de venda, seja através da embalagem, de positivação ou de promoção, corresponda a toda a identidade visual da marca. Ao olhar qualquer um destes materiais, o consumidor precisa saber de que marca ele é e relacionar rapidamente seus benefícios. Tendo todos esses itens consolidados e uma embalagem em destaque no PDV, o sucesso é garantido!
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Bianca Gonçalves
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC - ESPM) mostra retrato do consumidor brasileiro com base na Internet
O diretor Nacional de Graduação da ESPM, professor Alexandre Gracioso, e Ricardo Pomeranz, professor pesquisador da escola e Global Chief Digital Officer da Rapp Worldwide, acabam de anunciar o lançamento do Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC), primeiro e único indicador brasileiro totalmente elaborado com dados levantados na internet.
Com dados do mês de abril de 2011, a primeira edição do Índice – criado por Pomeranz - revela 62,3% de aprovação do consumidor com produtos e serviços de quatro setores da economia, formados por sete sub setores e 28 empresas.
Os setores avaliados no estudo – que será divulgado mensalmente -, são o varejista, com 78,8% de satisfação, financeiro (51%), bens de consumo (73,8%) e informação (45,6%).
No varejo, o índice mostra a aprovação do consumidor com lojas de departamento (72,1%), a partir da avaliação das Casas Bahia, Magazine Luiza, Pernambucanas, Ponto Frio e Lojas Americanas; e com os supermercados (82%) Pão de Açúcar, Carrefour, Walmart e Zaffari.
No setor financeiro, os bancos – com índice de 51% de satisfação – são o Bradesco, Santander, Itaú/Unibanco e Banco do Brasil. Em Telecom, com índice de 45,6%, foram avaliadas as empresas de telefonia celular TIM, OI, Vivo e Claro.
O setor de Bens de Consumo registrou grau de satisfação de 73,8%. A indústria automobilística tem índice de 69,8%, a partir da avaliação da Ford, Fiat, GM e Volkswagen. As indústrias de bebidas (Ambev, Coca-Cola, Pepsi e Schincariol) têm índice 79,6%, e personal care (Avon, Natura, Johnson & Johnson e Unilever), com total de 83,6% de aprovação do consumidor.
Com dados do mês de abril de 2011, a primeira edição do Índice – criado por Pomeranz - revela 62,3% de aprovação do consumidor com produtos e serviços de quatro setores da economia, formados por sete sub setores e 28 empresas.
Os setores avaliados no estudo – que será divulgado mensalmente -, são o varejista, com 78,8% de satisfação, financeiro (51%), bens de consumo (73,8%) e informação (45,6%).
No varejo, o índice mostra a aprovação do consumidor com lojas de departamento (72,1%), a partir da avaliação das Casas Bahia, Magazine Luiza, Pernambucanas, Ponto Frio e Lojas Americanas; e com os supermercados (82%) Pão de Açúcar, Carrefour, Walmart e Zaffari.
No setor financeiro, os bancos – com índice de 51% de satisfação – são o Bradesco, Santander, Itaú/Unibanco e Banco do Brasil. Em Telecom, com índice de 45,6%, foram avaliadas as empresas de telefonia celular TIM, OI, Vivo e Claro.
O setor de Bens de Consumo registrou grau de satisfação de 73,8%. A indústria automobilística tem índice de 69,8%, a partir da avaliação da Ford, Fiat, GM e Volkswagen. As indústrias de bebidas (Ambev, Coca-Cola, Pepsi e Schincariol) têm índice 79,6%, e personal care (Avon, Natura, Johnson & Johnson e Unilever), com total de 83,6% de aprovação do consumidor.
Fonte: Falando de Varejo
Matéria na íntegra: http://www.espm.br/CONHECAAESPM/ACONTECENAESPM/Noticias/Pages/NoticiaExibir.aspx?noticiaId=1376
Apresentação do INSC: http://www.espm.br/Acontece/Noticias/Documents/INSC.pdf
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Bianca Gonçalves
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